terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Lembrando Domingo...
Ele acordou dos sonhos e calçou os seus sapatos. Começou a fazer passar o tempo até duas da manhã. Ele não fica sóbrio por dias. Se inclinando agora para dentro da brisa, lembrando de domingo, ele caiu de joelhos. Eles tomaram café da manhã juntos, mas dois ovos não duraram como a sensação de o que ele precisa. Agora esse lugar lhe parece familiar. Ela puxou a mão dele com um sorriso maléfico. Ela o conduz escadas a cima, deixando-o morrer para entrar. Perdoe-me, eu estou tentando encontrar meu apelo, eu estou ligando a noite. Não queria incomodar, mas você tem visto esse garoto? Ele tem corrido dos meus sonhos e está me deixando louca. Ele está determinado a chamar de blefe. Quem pode negar essas borboletas? Estão preenchendo seu estômago. Acordando os vizinhos, rostos não familiares. Ele, embora ele tente, mas ele só recebe negação. Agora ele está morrendo para entrar. O vizinho disse que ele se mudou, engraçado como choveu o dia todo, eu não me toquei disso, mas está começando a fazer sentido. Eu posso ver agora que todas essas nuvens estão me seguindo em meu esforço desesperado para encontrar o meu alguém, onde quer que ele possa estar, eu não vou voltar. Eu fiz algo muito terrível, estou apavorada para falar, mas você deve esperar isso de mim. Eu estou confusa, eu vou ficar cega. Agora a chuva apenas lava você dos meus cabelos e pra fora da minha mente. Mantenha um olho no mundo, milhares de pés abaixo da terra. Eu estou sobre você agora, estou em casa entre as nuvens, elevado sobre sua cabeça. Eu acho que eu vou pra casa agora.
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