terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Lembrando Domingo...

Ele acordou dos sonhos e calçou os seus sapatos. Começou a fazer passar o tempo até duas da manhã. Ele não fica sóbrio por dias. Se inclinando agora para dentro da brisa, lembrando de domingo, ele caiu de joelhos. Eles tomaram café da manhã juntos, mas dois ovos não duraram como a sensação de o que ele precisa. Agora esse lugar lhe parece familiar. Ela puxou a mão dele com um sorriso maléfico. Ela o conduz escadas a cima, deixando-o morrer para entrar. Perdoe-me, eu estou tentando encontrar meu apelo, eu estou ligando a noite. Não queria incomodar, mas você tem visto esse garoto? Ele tem corrido dos meus sonhos e está me deixando louca. Ele está determinado a chamar de blefe. Quem pode negar essas borboletas? Estão preenchendo seu estômago. Acordando os vizinhos, rostos não familiares. Ele, embora ele tente, mas ele só recebe negação. Agora ele está morrendo para entrar. O vizinho disse que ele se mudou, engraçado como choveu o dia todo, eu não me toquei disso, mas está começando a fazer sentido. Eu posso ver agora que todas essas nuvens estão me seguindo em meu esforço desesperado para encontrar o meu alguém, onde quer que ele possa estar, eu não vou voltar. Eu fiz algo muito terrível, estou apavorada para falar, mas você deve esperar isso de mim. Eu estou confusa, eu vou ficar cega. Agora a chuva apenas lava você dos meus cabelos e pra fora da minha mente. Mantenha um olho no mundo, milhares de pés abaixo da terra. Eu estou sobre você agora, estou em casa entre as nuvens, elevado sobre sua cabeça. Eu acho que eu vou pra casa agora.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Esquecido

Estou desistindo de tudo, porque você me confundiu. Não sei quanto você pisou na bola, você nunca me ouviu, isso é ruim, porque eu estou mudando. Não vou esquecer, era você que estava errado. Eu sei que eu preciso superar isso e ser forte. Não fica mais me apoiando...Você já esqueceu de tudo que eu queria? Você esqueceu agora? Você nunca entendeu, e agora entende? Tenho que sair dessa, não há motivos pra ficar pensando no ontem. Agora já é tarde demais, nunca vai ser a mesma coisa, somos tão diferentes agora! Eu sei que eu quero fugir, eu sei que eu quero fugir, fugir. Se ao menos eu pudesse fugir... Te falei o que eu queria. O que eu queria, mas fui esquecida. Eu não vou ser esquecida nunca mais.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Terapia

Meu navio se afundou, num mar de som. Quando eu acordei sozinho, eu tinha tudo, um punhado de momentos que eu desejei que eu pudesse mudar e uma língua tipo um pesadelo, que cortava que nem uma lâmina. Em uma cidade de idiotas, eu era cuidadoso e legal, mas eles me rasgaram até o chão, como um furacão. Um punhado de momentos, eu desejei que eu pudesse mudar,
mas eu fui levado embora. Me dê terapia, eu estou virando uma caricatura, mas eu estou sempre sorrindo. Terapia, você nunca foi meu amigo, e você pode ficar com toda sua miséria. Meus pulmões saíram, como eu encarei a multidão. Eu acho que manter isso pode ser perigoso, eu estou carne-e-osso, eu sou uma pedra a rolar. E os especialistas dizem que estou louco. Me dê terapia, eu estou virando uma caricatura, mas eu estou sempre sorrindo. Terapia, você nunca foi meu amigo, e você pode ficar com toda sua miséria. Menino arrogante, ame-se então ninguém terá que amá-lo, eles estão melhores sem você. Menino arrogante, porque uma coisa como você está supostamente a... Eles dormirão sem você, você será sortudo se sua memória permanecer.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Imaginário

Eu me demoro na passagem da porta de alarmes de relógio com monstros chamando meu nome. Deixe-me ficar onde o vento irá sussurrar para mim, onde as gotas de chuva enquanto caem contam uma história. Em meus campos de flores de papel e nuvens doces de canção de ninar, onde me resguardo por horas e assisto ao céu purpúra passar sobre mim. Não diga que não pode me tocar com este caos desenfreado. Sua realidade, sei que isso está bem longe do meu refúgio adormecido, o pesadelo em que construí meu próprio mundo de fuga. Engolido no som do meu grito, não pode cessar o medo das noites silenciosas. Ah, quanto esperei pelo profundo sono dormente? A deusa da luz imaginária.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Campo de Inocência

Eu ainda me lembro do mundo, dos olhos de uma criança. Devagar, esses sentimentos foram encobertos pelo que eu sei agora. Para onde foi o meu coração? Uma troca injusta pelo mundo real. Eu quero voltar a acreditar em tudo e não saber nada. Eu ainda me lembro do Sol, sempre quente nas minhas costas, de alguma maneira parece mais frio agora. Para onde foi meu coração? Preso nos olhos de estranhos, Eu quero voltar a acreditar em tudo. Enquanto os dias passam, diante de mim, enquanto as guerras se construíam, me tornando no que eu sou, nestes últimos dias de existência deste pobre país, esta parasita dentro de mim, eu o criei. Na parte mais sombria da tempestade repousa um mal, que sou eu. Para onde foi o meu coração? Uma troca injusta pelo mundo real. Eu quero voltar a acreditar em tudo. E para onde foi meu coração? Preso nos olhos de estranhos.