domingo, 20 de dezembro de 2009
Imaginário
Eu me demoro na passagem da porta de alarmes de relógio com monstros chamando meu nome. Deixe-me ficar onde o vento irá sussurrar para mim, onde as gotas de chuva enquanto caem contam uma história. Em meus campos de flores de papel e nuvens doces de canção de ninar, onde me resguardo por horas e assisto ao céu purpúra passar sobre mim. Não diga que não pode me tocar com este caos desenfreado. Sua realidade, sei que isso está bem longe do meu refúgio adormecido, o pesadelo em que construí meu próprio mundo de fuga. Engolido no som do meu grito, não pode cessar o medo das noites silenciosas. Ah, quanto esperei pelo profundo sono dormente? A deusa da luz imaginária.
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